Employee Experience: o que é e qual a importância para o RH
O Employee Experience é a estratégia de gestão de pessoas que coloca o colaborador como elemento principal das tomadas de decisão do RH.
O Employee Experience é o conjunto de experiências do funcionário dentro de uma empresa.
Seja positiva ou negativa, a experiência será formada por todas as interações do profissional e da sua ligação com a organização.
O ciclo de vida do colaborador tem início no momento em que ele se sente atraído pelo anúncio de uma vaga. A partir disso, cria-se um vínculo com a companhia, passando pelo processo seletivo e — caso seja efetivada — por:
Toda essa jornada é permeada pelo employee experience. Antes de continuar, assista ao vídeo abaixo para compreender melhor o conceito:
Na sua organização, as pessoas trabalham por se identificarem com ela ou por precisarem do emprego? Existe um fator que faz essa resposta variar entre colaboradores: o Employee Experience ou EX.
Esse é um conceito que toma proporções cada vez maiores e que deve fazer parte de uma estratégia de sucesso para a gestão de pessoas.
Afinal, estamos nos referindo a um aspecto que influencia diretamente as vivências de um colaborador no mundo corporativo.
Nossa equipe de especialistas reuniu tudo o que você precisa saber, em uma imersão, neste artigo. Prepare-se para uma leitura completa e tire todas as suas dúvidas com a Pulses!
O mercado mudou, as pessoas também. A estrutura organizacional que prevalecia em questão de 10 ou 20 anos atrás não é mais a mesma. Por muito tempo, a recompensa financeira foi o que sustentou a troca entre a companhia e o funcionário.
O boom das empresas de tecnologia, as transformações sociais e os novos tipos de relações de trabalho influenciaram o pensamento sobre o que caracteriza uma boa experiência no ambiente profissional.
O dinheiro passou a ser apenas mais um componente na relação corporativa.
Willian A. Kahn foi o autor que introduziu o conceito academicamente e iniciou discussões sobre engajamento no trabalho em 1990. Vale ressaltar que estamos falando de conceitos que se conectam, mas que são diferentes.
Citamos a informação apenas para explicar qual foi o momento de virada nas percepções sobre o trabalho. A década de 1990, portanto, foi marcada pelo começo da transformação na gestão de pessoas.
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É preciso tomar um certo cuidado para não cometer equívocos ao definir práticas de EX nas empresas. Muitas vezes, ações voltadas a outras vertentes da gestão de pessoas são confundidas com o conceito.
Portanto, a partir deste ponto do texto faremos um acordo. Teremos a lista abaixo sempre em mente, para não cometermos falhas. Employee Experience não é:
Devemos entender a experiência do colaborador como uma entrega de valor da empresa, unindo vários pontos e acontecimentos ao longo da jornada de uma pessoa com a marca.
A complexidade disso envolve compromissos com o contexto emocional, com o trabalho cotidiano e com as necessidades de cada indivíduo.
Alguns dos itens citados acima têm relação direta de causa ou consequência com EX, mas não podem ser entendidos como a representação do conceito.
Vamos compreender ao longo desse conteúdo que uma série de fatores se cruzam e se interligam nesse caminho, e não há ações isoladas capazes de promoverem um EX de qualidade.
Jacob Mogan, autor e palestrante de assuntos relacionados ao futuro corporativo, divide a aplicação do employee experience no mundo dos negócios em três fases:
É preciso entender que investir em EX é se preocupar com o sucesso de funcionários dentro e fora da empresa, possivelmente com um novo desenho organizacional.
Por essa razão, antes de um alto nível de iniciativas nesse sentido, é preciso revisões sobre o modelo tradicional de cima para baixo, com uma gestão participativa.
Hoje, são esperadas de um emprego condições como:
Porém, acima de qualquer lista de opções, é preciso ouvir o que o colaborador deseja. Esse é o principal segredo para um employee experience consistente.
Com a disseminação de mindsets focados em pilares de um RH ágil e estratégico, as corporações aos poucos estão despertando para essa mudança de postura.
Recursos como a tecnologia, a Inteligência Artificial (como Machine Learning) e a disponibilidade de dados, fazem toda a diferença.
Eles facilitam diagnósticos e detectam de forma precisa informações que permitem aos gestores a leitura exata sobre cada integrante das equipes, independente do porte da empresa.
E sabe por que isso é tão relevante para o sucesso de um negócio? É o que veremos a seguir.
Você já passou por uma viagem em que se sentiu tão bem que não teve saudades de casa? É similar ao que acontece quando uma empresa coloca em prática iniciativas voltadas à qualidade do employee experience.
Podemos afirmar que o EX é um termômetro que indica o quanto as pessoas estão em sintonia com o negócio e seus objetivos.
Ou seja: se a experiência é positiva, colaboradores se sentem felizes, entregam resultados melhores e ficam propensos a permanecerem na empresa por mais tempo, diminuindo, assim, a taxa de turnover.
Dessa forma, as lideranças favorecem o melhor desempenho e incentivam a inovação nas suas equipes.
A junção de boas experiências dos funcionários resulta em uma força de trabalho engajada.
Quando profissionais percebem que são considerados individualmente, compreendidos em suas circunstâncias pessoais e em suas personalidades, sentem-se capazes e com vontade de contribuírem com os resultados da empresa.
Segundo estudos da McKinsey, programas eficientes de EX podem levar os funcionários a se esforçarem 40% mais no dia a dia, superando as expectativas com o seu trabalho.
Além disso, depois de pesquisar em mais de 250 organizações, Jacob Morgan reuniu evidências que apontaram retornos positivos de investimentos focados na experiência das equipes, como:
São efeitos que refletem diretamente no valor de uma companhia e na credibilidade da marca frente ao mercado. Portanto, podemos citar também os seguintes ganhos:
Dê o primeiro passo para melhorar a experiência do colaborador
A lógica é a seguinte: se pessoas felizes, satisfeitas e engajadas se dedicam mais, quem interage com elas sente os efeitos disso.
Isto é, uma boa experiência do capital humano fará com que os índices de customer experience (experiência do cliente ou CX) se elevem junto.
Pesquisadores da Harvard Business Review traçaram comparativos entre as classificações das empresas no ranking da Glassdoor e as avaliações de clientes sobre produtos e serviços nos Estados Unidos, registradas pela American Customer Satisfaction Index (ACSI).
Descobriu-se que cada nova estrela adquirida por uma organização na Glassdoor correspondia ao acréscimo de 1,3 ponto em satisfação do cliente (em uma escala de zero a 100).
Deste modo, podemos pensar que se o ponto de contato do cliente é o profissional, investir em EX irá aprimorar o CX, trazendo maiores chances de retenção, satisfação e elevação das taxas de conversão.
A atenção e o cuidado com o bem-estar do colaborador contribuem para a permanência dele em uma empresa.
Sabe quando falamos em efeito dominó? É o que acontece no percurso que leva ao fortalecimento de um negócio como marca empregadora (employer branding) em decorrência de boas experiências vivenciadas pelos profissionais.
Para resumir, podemos dizer que:
A relação entre employee experience e employer branding é exatamente essa: de causa e consequência. Um EX consistente leva ao reconhecimento de uma companhia como um lugar que passará a ser desejado também por profissionais externos.
A falta de capacitação em ferramentas analíticas, a pouca escuta sobre as percepções dos colaboradores e a visão de que uma boa experiência não pode ser obtida simplesmente com ações de engajamento pontuais, são algumas das dificuldades no contexto das empresas.
Segundo Jacob Morgan, uma parcela muito pequena das corporações está conseguindo desenvolver um trabalho incrível de EX.
Ele cita nomes como Microsoft, Cisco, Airbnb, Facebook e LinkedIn como bons exemplos de employee experience para se referir ao percentual de 6% que está acertando nas estratégias.
Ainda de acordo com o especialista:
O maior desafio está em como direcionar esforços do jeito certo para que as medidas tomadas sejam eficientes. As causas para esse déficit são:
Dados precisos de People Analytics e medições frequentes de pulso da organização tornam mais fácil justificar investimentos e direcionar as ações de forma síncrona entre RH, alta e média lideranças e executivos.
Chega, então, o momento da pergunta: quem deve fazer o quê para que o negócio proporcione qualidade de experiência aos funcionários?
A HSM divulgou em um estudo que, na América Latina, 75% dos líderes têm consciência sobre a importância da melhoria da experiência do colaborador. Porém, somente 33% das companhias possuem uma estratégia formal com essa finalidade.
Assim sendo, sem a responsabilidade compartilhada entre RH, lideranças e executivos, o percurso para ações promissoras de EX se torna mais difícil, longo e cheio de obstáculos.
O time de Recursos Humanos tem a função de intermediar os papéis para que a otimização da experiência do colaborador dentro da empresa passe a fazer parte do core do negócio.
Uma vez alinhada às diretrizes e objetivos estabelecidos pela diretoria, também é atribuição dos profissionais de RH pesquisar e providenciar recursos que viabilizem a qualificação do EX, atuando como um designer de experiências das equipes.
Nesse caso, vale considerar especialmente tecnologias — para coletar dados e gerar análises aprofundadas —, cursos e treinamentos sobre o tema. Essa é a missão do RH estratégico!
E aqui vai uma dica fundamental: para alcançar o êxito de qualquer iniciativa, o RH deve antes se certificar de que a própria equipe não esteja limitada por silos.
Compreender a representatividade do employee experience de forma integral depende da imersão de todos os integrantes, visto que o time de RH deve orquestrar o desencadeamento das ações na corporação.
Um acordo com as lideranças é primordial! Com os diagnósticos em mãos e as evidências certas para traçar planos consistentes, a participação dos gestores passa a ter um momento de protagonismo.
O fato de estarem em contato mais próximo com os colaboradores projeta nas lideranças a função de reproduzir no dia a dia as ações definidas. É esperado também que líderes sejam vigilantes, observando as rotinas corporativas para notar reações e exigências das equipes.
Conheça as etapas do EX e otimize sua estratégia
Em 2017, Jacob Morgan propôs três pilares como base para a construção de um bom EX. São eles:
São três frentes que precisam de investimentos e monitoramento massivos para promover um employee experience incrível.
Sub-elementos como confiança e respeito, feedback, desenvolvimento e crescimento profissional e lideranças alinhadas à cultura da empresa também são extremamente relevantes.
Mais à frente, vamos falar sobre boas práticas com potencial de fortalecer todos esses pontos!
Junto aos elementos que sustentam a experiência de cada indivíduo, pesquisas da McKinsey sugerem a inclusão de nove tópicos agrupados entre:
Os especialistas chegaram a essa conclusão após a pandemia, ao entrevistarem pessoas a fim de descobrirem o que interferia em uma visão positiva ou negativa delas sobre suas jornadas nas empresas.
Já sabemos o que é employer experience, o que esse conceito abrange e como vencer alguns desafios para qualificar experiências no ambiente de trabalho.
No vídeo abaixo, Michelly Dellecave, co-founder e head de People & Culture da Pulses, fala sobre como as empresas podem incorporar o employee experience em ações no dia a dia:
Agora chegou o momento de entender como cumprir essa estratégia de gestão de pessoas com um passo a passo!
O seu planejamento deverá incluir todas as interações entre marca e colaborador. Lembre-se de considerar todas as etapas do ciclo de vida do colaborador que mencionamos anteriormente.
Reflita sobre as informações a serem buscadas para saber como atuar em cada um dos pontos de contato do negócio. Seguem abaixo algumas sugestões de perguntas que ajudam a fazer um mapeamento sobre cada parte da jornada de experiência do colaborador:
Esse é o passo de maior destaque, pois é nele que você conseguirá obter as evidências que precisa para colocar um plano em prática. É também o passo mais longo, pois nunca terá fim.
Manter a abertura para receber a opinião dos colaboradores é o que permitirá que o seu EX permaneça em alta progressiva. Faça ajustes sempre que necessário e melhore continuamente.
A tecnologia pode ser uma grande aliada aqui, com ferramentas de pesquisa e aplicação de inteligência artificial nas análises.
Depois de reunir insights e de coletar a maior quantidade possível de dados, RH e lideranças poderão, em conjunto, pensar no que deve ser feito a curto, médio e longo prazos.
Não se esqueça de que o employee experience é um processo e essa estratégia pode levar um tempo para mostrar resultados.
Todo projeto precisa de checkpoints e de acompanhamento constante para assegurar o envolvimento de todos. Definir metas, fazer um cronograma e pré-agendar reuniões com os gestores vai ajudar a cadenciar a execução das ações.
Mais uma vez, a tecnologia é um reforço essencial. Com softwares de escuta contínua, será possível avaliar maneiras de como melhorar a experiência do colaborador recebendo feedbacks individuais semanal ou quinzenalmente.
Transformar essas informações em indicadores para monitorar os resultados é a única maneira de implementar um projeto com eficiência e orientação, dando mais voz ao colaborador!
Alguns fatores podem influenciar a experiência de um profissional de forma positiva ou negativa. A fim de apoiar seu planejamento rumo a um EX incrível, separamos abaixo 9 boas práticas de employee experience para o seu planejamento!
1 – Processo seletivo
Partindo da divulgação das vagas até as etapas de recrutamento, a forma como a companhia se expressa vai formar a primeira impressão de um possível colaborador. Manter o padrão de valores, comunicação, posicionamento e tratamento é fundamental!
2 – Onboarding
O onboarding do colaborador é um importante momento da jornada. É a etapa de recém-contratação, treinamentos, alinhamentos de valores, políticas e regras. É um mergulho na cultura da organização.
Pergunte ao seu time: como foi o seu primeiro dia de trabalho na nossa empresa? Com isso, você conseguirá identificar o que pode melhorar nessa etapa de interação.
Colaboradores que são recebidos na organização de forma cuidadosa e considerada tendem a permanecer. Vá além das apresentações e promova uma integração inovadora!
3 – Ambiente acolhedor
Uma estrutura física adequada é fundamental para que os profissionais possam realizar as suas melhores entregas.
Então, a empresa precisa assegurar que eles tenham um ambiente com boa iluminação e ventilação, mesas e cadeiras ergonômicas, equipamentos como computadores e outros recursos que viabilizem a execução das tarefas.
É importante também disponibilizar salas de convivência e outras estruturas para que as pessoas se sintam acolhidas e confortáveis no ambiente laboral.
Quando os trabalhadores se dão conta de que a empresa se preocupa com o bem-estar deles, tendem a produzir mais e melhor. Assim, os investimentos iniciais em conforto e infraestrutura se pagam a curto e médio prazo.
4 – Reconhecimento profissional
Poucas ações motivam tanto as pessoas quanto o reconhecimento profissional.
É possível fazer isso com feedbacks, incentivo, compartilhamento de resultados, entre outros. É possível até desenvolver campanhas estruturadas de reconhecimento 360.
O ideal é que o RH da empresa estruture como esse reconhecimento vai acontecer e passe a criar métricas para que ele aconteça por mérito.
Esse ponto é muito importante, pois pode haver o efeito contrário se a equipe notar favorecimentos. Ou seja, causar desmotivação e insatisfação com a liderança, a equipe e a empresa.
5 – Oportunidades de crescimento
Para elevar a satisfação do colaborador, outro fator essencial é que a empresa conte com oportunidades de carreira e ferramentas como Plano de Desenvolvimento Individual.
Com isso, o profissional saberá não apenas que tem meios de se desenvolver naquele lugar, mas também o que deve fazer para chegar ao cargo desejado e conquistar a remuneração pretendida.
Além disso, feedbacks constantes também são importantes para que o colaborador saiba seus pontos fortes e as necessidades de desenvolvimento.
6 – Desenvolvimento das lideranças
Para que as transformações organizacionais adquiram força, RH e gestores devem trabalhar em conjunto. Por essa razão, incluir os gestores em mentorias e treinamentos para o entendimento das mudanças do mercado é uma ação que precisa ser implementada.
7 – Relacionamentos
Estimular o bom relacionamento interpessoal no trabalho, tanto entre líder e liderados, como entre pares, impactam na experiência do colaborador. Por isso, realizar festas da empresa, team buildings, eventos e happy hours podem surtir bons efeitos.
8 – Benefícios
Segundo um levantamento realizado pela Robert Half, a pandemia alterou bastante as ofertas das empresas em questão de benefícios. Flexibilidade, por exemplo, é uma palavra frequentemente usada. Quer ver?
Isso gerou alterações em 82% das organizações, e houve a adição de elementos como:
Avalie as necessidades mais presentes na equipe e pense em diferentes possibilidades além de um bom plano de saúde, convênios com escolas, faculdades e academias de ginástica, vale-alimentação e/ou refeição, entre outras vantagens que agreguem ao salário.
9 – Offboarding
Como é feito o processo de desligamento de um profissional na sua companhia?
É um caso delicado, que deve ser avaliado com cautela. Porém, o fechamento de um ciclo também faz parte da relação entre empresa e funcionário e pode ser marcante.
Algumas corporações, por exemplo, realizam festas de despedidas (goodbye party) para os colaboradores que estão saindo da empresa, e cabe a cada organização avaliar ações que se enquadrem bem à sua realidade.
Conheça o Employee Experience Board Game, um jogo sobre as etapas da jornada do colaborador desenvolvido em parceria entre a Pulses e a Àgora Entertraining.
A pandemia mudou em muitos aspectos o contexto do mercado de trabalho. Uma pesquisa da Gartner mostrou que alguns aspectos de EX foram evidenciados pelo trabalho remoto e pelas condições emocionais dos colaboradores.
Entre todas as transformações, no entanto, para muitos profissionais de RH a mais sobressalente é a dúvida sobre como conquistar resultados satisfatórios de experiência dos funcionários em relações à distância.
A flexibilização dos modelos de trabalho trouxe muitas incertezas sobre o que pode ou não funcionar em termos de cultura, engajamento, performance e experiência dos colaboradores.
No entanto, segundo a visão de especialistas, o ponto-chave para lidar com essa situação é a mudança de mentalidade por parte das corporações.
Criar uma cultura de trabalho flexível, diversa, com o bem-estar do funcionário sendo prioridade, é a vantagem competitiva que uma organização deve buscar para atrair e manter talentos no time.
As chances de que uma cultura desenvolvida sob essas perspectivas prospere para bons índices de employee experience são grandes.
Também são fundamentais iniciativas como a realização frequente de encontros virtuais e presenciais.
Tudo isso deve ser reforçado por valores que reflitam os efeitos do esforço coletivo, mantendo a representatividade de um ambiente de trabalho à distância tanto quanto em uma estrutura física.
O fato é que o poder de escolha está nas mãos do colaborador, que está direcionando suas decisões rumo ao que faz mais sentido para ele em cada momento da sua vida.
A alta concorrência entre as empresas junto à expectativa dos profissionais por diferentes carreiras e oportunidades causou uma turbulência no mundo corporativo.
Um estudo da Microsoft realizado com 31 mil pessoas em 31 países, por exemplo, revelou que 17% das pessoas deixaram seus empregos em 2020, e que essa tendência se repetiu em 2021, quando o total chegou a 18%.
Algumas das razões pelas quais os pedidos de demissão aconteceram com maior frequência foram:
Além de toda essa movimentação, há a estimativa de que 43% das pessoas ainda venham a optar pelo desligamento.
O que é preciso ser feito para assegurar a retenção e não entrar nessa estatística? Mais do que isso: como envolver os funcionários de forma legítima em projetos que satisfaçam seus ideais de vida e de carreira?
No próximo tópico, apresentaremos alguns instrumentos que podem ajudar a encontrar essas respostas.
Seguindo as recomendações que descrevemos anteriormente, quando falamos em boas práticas de EX existem recursos capazes de intensificar a condução de projetos voltados a essa frente.
Listamos alguns deles abaixo:
Pense em tudo que pode facilitar a jornada do colaborador, tornando as vivências menos burocráticas e mais fluidas.
O uso de tecnologias para o RH apoia o desenvolvimento de ações para melhorar a experiência dos colaboradores.
Pensando nisso, a Pulses desenvolveu pesquisas que objetivam avaliar e diagnosticar práticas relacionadas ao EX.
Assim, RH e gestores obtêm respostas que contribuem para o diagnóstico e incentivo de promoções de boas práticas, gerando impacto significativo no negócio, nas pessoas e na inovação da empresa.
As pesquisas de EX da Pulses avaliam a satisfação dos colaboradores em relação às práticas e estratégias adotadas pela empresa, possibilitando que cada um responda de forma sincera e anônima.
Por fim, esse tipo de recurso fornece as métricas relevantes para a mensuração das iniciativas. Afinal, uma das principais perguntas sobre employee experience é como medi-lo.
No vídeo abaixo, você pode conferir a resposta em um bate-papo entre Cesar Nanci, CEO da Pulses, e Barbara Nigri, líder de pessoas e performance na Stone.
A seguir, você vai conhecer exemplos de empresas que, como a Stone, buscaram a nossa solução para criarem experiências de encantamento com seus colaboradores.
Saiba o que é preciso fazer para conseguir os dados necessários ao longo do ciclo de um funcionário na empresa e como a Pulses pode te ajudar com isso!
Conforme já pudemos entender até aqui, pesquisar o que a equipe realmente pensa e sente é o caminho mais seguro para uma estratégia de employee experience de sucesso. E foi isso que algumas companhias fizeram.
Vamos apresentar alguns casos abaixo!
A unico desenvolve soluções inovadoras para proteção da identidade dos brasileiros nas relações corporativas, e é a maior IDTech do Brasil.
Durante a pandemia, a empresa buscou a pesquisa Termômetro do Novo Normal da Pulses com a finalidade de entender a percepção dos colaboradores sobre a situação.
Com os resultados, mais de 20 ações foram realizadas para ajudar a equipe a superar o momento.
Isso fez com que a companhia adquirisse também outras soluções da Pulses, como a Pesquisa de Clima e Engajamento e o Módulo Múltiplos Instrumentos, para criar pesquisas personalizadas (pontuais ou contínuas).
A adesão de mais de 86% dos funcionários (considerada uma taxa acima da média do mercado) à ferramenta levou a ganhos em dimensões de engajamento, com destaque para:
Saiba como os Múltiplos Instrumentos da Pulses apoiou a unico
A companhia que recebeu o Selo People First da Pulses encontrou nas pesquisas o instrumento necessário para chegar à causa raiz de alguns descontentamentos no ambiente de trabalho.
Após a aplicação das pesquisas, a organização pode detectar dimensões com maior demanda de atenção por parte dos gestores. Por exemplo: foi assim que a empresa mapeou a carência de apoio psicológico às equipes durante a pandemia.
Muitos funcionários relataram estarem preocupados com suas famílias, fator que influenciava diretamente no desempenho e produtividade das pessoas.
Com a Pulses, a Mirador praticou a escuta ativa com seus colaboradores e manteve a equipe engajada durante a pandemia.
Por isso, para os diretores da empresa, a contratação da Pulses como uma solução de pesquisas tornou os processos de aperfeiçoamento de employee experience menos abstrato e mais tangível.
Você sabia que empresas que investem na experiência do colaborador podem crescer 1,5x mais e ter lucro 4,2x maior?
Isso é possível quando se tem uma leitura completa dos indicadores de employee experience, o que permite identificar o ponto de partida para um plano de ação.
Teste nossa ferramenta de pesquisa na sua gestão de pessoas e entenda como a nossa solução pode potencializar a atuação do seu time de RH.